Hoje o D. mais novo pediu-me alface para levar para a escola. - Mãe, é para dar à lagarta!
Ó mãe, não é verdade que as lagartas se transformam em borboletas pois não!?
Lá lhe expliquei que sim e que mais tarde ia com ele estudar o assunto na net. Aí ele respondeu: - Já sei, elas comem muito e depois fazem cocó... Ainda não consegui parar de rir : )))
- Mãe, quero ver o Papa!
...e fomos, eu e os 3 D´s. A experiência não podia ter corrido melhor. Descemos a Avenida António Augusto de Aguiar e parámos na Avenida Fontes Pereira de Melo onde já se sentia algum calor humano, embora disperso. De tal forma que foi fácil arranjar o spot perfeito para acenar ao Papa. Foi uma emoção vê-lo passar. Eu confesso que não nutria por ele grande afecto, mas a verdade é que dei por mim a sentir uma alegria parva...
Os miúdos ficaram mesmo contentes e ao jantar só comentavam que o Papa tinha olhado directamente para eles! Viva o Papa.
Tenho que descobrir porque usa uns sapatos encarnados! : )
"Every child is an artist. The problem is how to remain an artist when you grow up."
É bem verdadeira esta frase de Pablo Picasso. À medida que vão crescendo, as crianças ficam cada vez mais conscientes dos seus limites, na sua maioria impostos pela sociedade. Perdem a espontaneidade do improviso e deixam de arriscar com receio da crítica. Cabe aos pais incentivarem e elogiarem ao máximo as criações dos filhos, pois todos nascem com um dom e estes pequenos gestos ajudam a cimentar a autoconfiança e a construir o caminho para a descoberta de uma vocação!
Hoje de manhã fui à praça da Ribeira comprar peixe. Há muito tempo que me ia remediando entre peixe congelado e os restos da última ida à praça. A minha querida avó fez questão de me acompanhar, até porque conhece todos os vendedores pelo nome. O peixe é na D. Benilde. Diz a minha avó que é quem tem o melhor e mais fresco peixe do mar. Trouxe duas douradas, um robalo, postas de espadarte e peixe galo.
É inevitável, sempre que ali vou, lembro-me do mercado do peixe em Tóquio. Um espectáculo para a vista e uma experiência inesquecível. Parece que entramos num filme onde tudo acontece demasiado rápido e onde os turistas são meros peões que atrapalham o decorrer da cena. O cenário é rico em cores e espécies. Encontramos desde as mais comuns às mais exóticas.
A praça da Ribeira por outro lado é mais pitoresca e a relação com as pessoas mais calorosa. Não há tanta variedade e a dimensão não é comparável, mas é sem dúvida um sítio a visitar, por turistas e locais.
O jantar, como não podia deixar de ser foi uma bela dourada no forno! : P